sábado, 4 de outubro de 2014

Sexto Dia O esforço do descanso - Jejum De Daniel

A obra de Deus é toda feita pelo próprio Deus. Quando decidiu criar o homem, primeiro Ele criou todas as coisas e depois plantou o jardim do Éden. Quando tudo já estava pronto, Adão foi criado. O trabalho já estava concluído e Deus já havia entrado no seu descanso. Só então, o homem é convidado a participar da obra de Deus. Como Adão, nós apenas cultivamos o que Deus já plantou, apenas participamos do descanso de Deus.
O homem foi criado no sexto dia. Isso indica que o primeiro dia do homem foi o sétimo de Deus, ou seja, o dia do descanso. Isso certamente aponta para o princípio espiritual de que toda a obra de Deus em nós depende de aprendermos a entrar no Seu descanso.
Quando Deus livrou o povo de Israel da escravidão do Egito e os conduziu a Canaã, ele fez questão de mencionar que o povo não teria de fazer coisa alguma. Eles entrariam em casas que não tinham construído, poços que não tinham cavado e plantações que não tinham semeado. Eles iriam participar da bênção da obra completa de Deus.

Havendo-te, pois, o SENHOR, teu Deus, introduzido na terra que, sob juramento, prometeu a teus pais, Abraão, Isaque e Jacó, te daria, grandes e boas cidades, que tu não edificaste;  e casas cheias de tudo o que é bom, casas que não encheste; e poços abertos, que não abriste; vinhais e olivais, que não plantaste (Dt 6.10,11).

O mesmo princípio se aplica à obra de Cristo. Se Adão já recebeu o jardim pronto e o povo de Israel herdou uma nação pronta, nós também recebemos uma salvação completa. Temos salvação quando descansamos no que Deus fez por meio de Cristo. A maior de todas as bênçãos que recebemos é a salvação e ela é recebida quando descansamos. Se a salvação é recebida assim, por que as outras bênçãos nos seriam dadas de outra forma? Todas as bênçãos são recebidas pelo descanso da fé. Deus deseja que vivamos no descanso porque a fé é o descanso.
Em Colossenses 2.6, Paulo diz: “Ora, como recebestes Cristo Jesus, o Senhor, assim andai nele”. Como recebemos Cristo? Será que precisamos nos esforçar para guardar os mandamentos da lei para sermos salvos? Será que tivemos de fazer penitências e procurar agradá-lO com boas obras? Certamente não. Nós tivemos apenas de crer com o coração e confessar com a boca que Ele é o Senhor. Paulo, então, diz que precisamos andar em Cristo da mesma forma que o recebemos, ou seja, crendo e entrando no descanso.
Todas as bênçãos são recebidas do mesmo modo que recebemos a salvação. É essa simplicidade que nos leva a perder a bênção. Não tivemos de fazer nada para ajudar o Senhor a fim de sermos salvos. Hoje, participamos da obra completa do Senhor. O jardim já estava pronto para o homem, Canaã foi entregue com tudo pronto e hoje desfrutamos de uma vida cristã que já está pronta. Nós participamos da obra completa do Senhor que foi concluída há muito tempo.

1. O temor de não entrar no descanso
A Bíblia fala o tempo todo para não temermos. Essa foi a palavra para Josué. Por várias vezes, o Senhor diz a ele: “Não temas, eu sou contigo!”. Essa foi a palavra proferida ao povo de Israel cada vez que enfrentavam seus inimigos (2 Cr 20.15). E também foi a palavra de Jesus para Seus discípulos (Mt 14.27). A vontade de Deus é que lancemos fora todo medo. Mas existe uma coisa que o Senhor falou para temermos, o temor de não entrar no descanso.

Temamos, portanto, que, sendo-nos deixada a promessa de entrar no descanso de Deus, suceda parecer que algum de vós tenha falhado. Porque também a nós foram anunciadas as boas-novas, como se deu com eles; mas a palavra que ouviram não lhes aproveitou, visto não ter sido acompanhada pela fé naqueles que a ouviram. Nós, porém, que cremos, entramos no descanso, conforme Deus tem dito: Assim, jurei na minha ira: Não entrarão no meu descanso. Embora, certamente, as obras estivessem concluídas desde a fundação do mundo. Porque, em certo lugar, assim disse, no tocante ao sétimo dia: E descansou Deus, no sétimo dia, de todas as obras que fizera (Hb 4.1-4).

O motivo pelo qual nós podemos descansar é porque Deus concluiu todas as Suas obras desde a fundação do mundo. Hebreus diz categoricamente que as obras foram concluídas desde a fundação do mundo. A Palavra de Deus afirma que o próprio Cordeiro de Deus foi morto desde a fundação do mundo.

E adorá-la-ão todos os que habitam sobre a terra, aqueles cujos nomes não foram escritos no Livro da Vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo (Ap 13.8).

Sem dúvida, essa é uma afirmação difícil de entendermos. Há duas interpretações para essa verdade. A primeira é que o Senhor Jesus foi morto naquele dia que Deus precisou fazer vestes para Adão. O homem tinha tentado se cobrir com folhas, mas o Senhor mata um animal e lhe faz roupas de pele. Que animal era aquele? A Palavra de Deus não diz, mas eu creio que era um cordeiro. Para que o homem pudesse ser coberto, um cordeiro foi morto. Agora, quando se achegavam diante de Deus, estavam vestidos do cordeiro. Com base nessa interpretação, o Senhor Jesus morreu de forma alegórica no Éden.
A segunda interpretação é que, desde a fundação do mundo, todas as obras estão concluídas. Isso significa que tudo foi consumado segundo o desígnio eterno de Deus. Uma maneira de entendermos isso é tomando a teoria da relatividade postulada por Albert Einstein. Einstein postulou que, se construíssemos uma máquina que viajasse na velocidade da luz, nós estaríamos fora do tempo. O tempo não existiria para nós. Se viajássemos na velocidade da luz pelo espaço, quando voltássemos, as pessoas todas teriam envelhecido, mas nós continuaríamos jovens. Isso acontece porque estaríamos em outra relação com o tempo contínuo. 
Deus, porém, não vive no tempo, pois Ele é a própria luz. Na verdade, Ele mesmo criou a luz. E, debaixo da luz de Deus, todas as obras já foram concluídas. Quando entramos no descanso, quando dizemos que Deus é o nosso descanso, nós entramos em uma área fora do tempo. Entramos na dimensão do Espírito.
Deus viu tudo o que era necessário para a sua vida e Ele terminou todas as coisas de que você iria precisar antes de você vir a existir. Tudo o que era necessário para a sua vida foi concluído muito antes de você nascer. Na verdade, o próprio Senhor Jesus foi morto antes da fundação do mundo. Não temos como compreender isso com a mente, mas podemos entender com o coração. 
Precisamos caminhar na dimensão da obra que já foi terminada. Alguém pode dizer: “Mas eu estou doente e meu corpo dói!”. Todavia, a Palavra de Deus diz que a sua obra de cura já foi completada. “Mas estou com problemas com meu filhos!”. A Palavra de Deus diz para erguermos nossas mãos e nos fortalecermos cantando louvores. A obra está terminada e Deus deseja que você entre nesse descanso.
No Jardim do Getsêmani, Jesus seria crucificado algumas horas depois, mas Ele orou dizendo a Deus que tinha terminado a obra que viera fazer. Ele disse ao Pai: “Eu te glorifiquei na terra, consumando a obra que me confiaste para fazer” (Jo 17.4). Mas como Ele poderia dizer isso se ainda não tinha morrido na cruz? Ele vivia na segurança da obra terminada. Este é o motivo por que Ele era tão tranquilo e descansado. Hoje, sempre que enfrento um problema, eu digo: “A obra já está terminada! Eu posso entrar no descanso de Deus!”.
Aos olhos de Deus, a igreja já foi glorificada e já estamos reinando com Cristo. Na dimensão da luz de Deus, o diabo já foi lançado no lago de fogo e Cristo já está encabeçando todas as coisas. Precisamos viver pela fé, pois a fé nos introduz na dimensão divina.

2. A bênção do descanso (Hb 4.5-10)
Quando cremos, nós entramos no descanso de Deus. A fé possui muitas expressões, mas a mais poderosa é o descanso. Quando descansamos, estamos declarando que realmente cremos na promessa de Deus e na verdade de que tudo já está consumado.
Se não entramos no descanso, não temos como receber e desfrutar de todas as bênçãos de Deus. No Salmo 23, por exemplo, a primeira coisa que o Senhor faz é nos levar para repousar em pastos verdejantes e descansar junto às águas tranquilas. Assim, a primeira condição para termos a provisão de Deus é o descanso. O suprimento só flui quando descansamos em Deus.

O SENHOR é o meu pastor; nada me faltará. Ele me faz repousar em pastos verdejantes. Leva-me para junto das águas de descanso (Sl 23.1-2).

Somente depois que repousamos nos pastos verdejantes e bebemos das águas de descanso, é que podemos desfrutar da bênção de ter uma mesa colocada diante de nossos inimigos, ter nossa cabeça ungida pelo óleo do Espírito e ter um cálice transbordante de toda sorte de bênçãos. Sem cumprirmos a condição do descanso, deixaremos de desfrutar de todas essas bênçãos.
Podemos ver o mesmo princípio no Salmo 91. Todas as bênçãos que o salmista descreve estão disponíveis somente para aquele que está descansando na sombra do Onipotente. Esta é a condição colocada logo no início, precisamos descansar na sombra do Onipotente.

O que habita no esconderijo do Altíssimo e descansa à sombra do Onipotente (Sl 91.1).

Depois disso, uma série de bênçãos nos serão acrescentadas. Uma vez que descansamos na sombra do Onipotente, seremos livrados do laço do passarinheiro e da peste perniciosa. Não nos assustaremos por causa da peste que se propaga nas trevas, nem por causa da mortandade que assola ao meio-dia. Mil cairão ao nosso lado, e dez mil, à nossa direita, mas não seremos atingidos. Tudo isso será assim porque estamos no descanso. Nenhum mal nos sucederá e praga nenhuma chegará à nossa tenda.
Temos muita dificuldade de entrar no descanso. Por que isso acontece? Talvez por causa de nossos temores em relação à opinião dos outros sobre nós. O descanso pode ser interpretado por alguns como um tipo de irresponsabilidade, e nós não queremos que nos vejam assim. Dessa forma, nos sobrecarregamos de preocupações e problemas somente para passar a impressão de que somos muito responsáveis. Mas, fazendo assim, perdemos o desfrute da bênção.
Outros pensam que o descanso pode ser mal interpretado como sendo preguiça ou passividade. Por isso, se enchem de atividades muitas vezes desnecessárias. Alguns acreditam mesmo que ficar preocupado é um tipo de expressão de cuidado e amor. Quantas esposas não dizem ao seu marido: “Como você pode ir dormir se seu filho ainda não chegou em casa?” “Mas eu sei que ele está bem! Já até orei por ele! Agora eu vou dormir!” Mas, para aquela mãe, o pai ama menos o filho, e ela certamente não se permitirá descansar porque ama o filho, mas também porque se sentirá culpada se for dormir. Afinal, uma preocupação ansiosa é o que se espera de uma boa mãe, imagina. Como posso dizer que amo se não fico preocupado? É como aquele que vai ao velório e chora muito, mas não de tristeza, apenas para que ninguém diga que ele não gostava do falecido.
O suprimento de Deus está disponível para aquele que descansa no Seu poder. Em Zacarias 4, o profeta teve uma visão onde tubos de ouro vertendo azeite dourado supriam o povo de Deus.
 
E me perguntou: Que vês? Respondi: olho, e eis um candelabro todo de ouro e um vaso de azeite em cima com as suas sete lâmpadas e sete tubos, um para cada uma das lâmpadas que estão em cima do candelabro. Junto a este, duas oliveiras, uma à direita do vaso de azeite, e a outra à sua esquerda. Então, perguntei ao anjo que falava comigo: meu senhor, que é isto? Respondeu-me o anjo que falava comigo: Não sabes tu que é isto? Respondi: não, meu senhor. Prosseguiu ele e me disse: Esta é a palavra do SENHOR a Zorobabel: Não por força nem por poder, mas pelo meu Espírito, diz o SENHOR dos Exércitos (Zc 4.2-6).

No Novo Testamento, o Senhor Jesus disse que o candelabro é a igreja. Hoje, há uma botija com sete bocas despejando azeite sobre cada haste do candelabro. Cada haste pode ser interpretada como áreas distintas de nossas vidas. Todo o azeite de ouro está fluindo sobre as diferentes áreas de nossas vidas. O óleo de suprimento está constantemente fluindo e nunca cessa. Há óleo fluindo para nossa vida financeira, nossa vida familiar, nossa vida de santidade e tudo o mais. Mas, quando ficamos preocupados e ansiosos, fechamos a boca do tubo e cessamos o suprimento. Quando, porém, descansamos e relaxamos, nós liberamos o fluir da unção. Normalmente, as áreas em que temos problemas hoje são justamente aquelas com as quais estávamos preocupados ontem.
Veja que o Senhor diz ao profeta que a vitória não será por força e nem por poder humano. O poder de Deus é liberado quando entramos no descanso. O descanso é a expressão mais poderosa de fé.

Porque assim diz o SENHOR Deus, o Santo de Israel: Em vos converterdes e em sossegardes, está a vossa salvação; na tranqüilidade e na confiança, a vossa força, mas não o quisestes (Is 30.15).

Eu aprendi pela experiência que a prosperidade e o sucesso vêm quando temos grandes ideias, e as novas ideias fluem quando estamos relaxados. A visão e os sonhos se renovam quando entramos no descanso. 
Nunca pense, porém, que o descanso de Deus é o mesmo que passividade. Há uma grande diferença entre descanso e passividade. Podemos ver claramente essa diferença no exemplo da luta do povo de Israel contra Amaleque, em Êxodo 17. No verso 6, lemos: “Então, veio Amaleque e pelejou contra Israel em Refidim”.
Porque Amaleque veio guerrear contra Israel justamente em Refidim? A palavra “Refidim” significa “lugar de descanso”. Amaleque sempre vem para lutar contra você no seu lugar de descanso. A palavra “Amaleque”  vem de uma outra palavra hebraica, emal, que significa “dor, fardo pesado e trabalho árduo”. Veja que isso é exatamente o oposto de descanso.
Como Israel venceu Amaleque? Diz a Palavra de Deus que Moisés subiu ao monte junto com Arão e Hur, enquanto Josué desceu ao vale com o exército para lutar contra os amalequitas. A Palavra de Deus diz que, quando Moisés erguia as mãos, Israel prevalecia, e quando ele abaixava as mãos, Amaleque prevalecia. Acontece que as mãos de Moisés eram pesadas e ele não conseguia ficar muito tempo com elas erguidas. Assim, Arão e Hur seguravam suas mãos. 
O que significa isso? Arão era sacerdote, por isso ele simboliza o sacerdócio. Hur era príncipe da tribo de Judá, a tribo dos reis, por isso simboliza a realeza. Isso indica que a nossa vitória é sustentada pelo sacerdócio e pela realeza. Outra aplicação prática é que todo líder precisa de irmãos ao seu lado para prevalecer contra os inimigos.
Uma vez que Arão e Hur seguraram a mão de Moisés, então Josué podia prevalecer contra Amaleque. Diante disso, eu pergunto: se Moisés não levantasse as mãos, Josué poderia ter vencido? Certamente não. E se não houvesse Josué lutando no vale, será que Moisés sozinho no monte venceria o inimigo? Eu creio que não. Então, é preciso haver oração e trabalho. Descanso nunca pode significar inatividade ou passividade. 
Se estou desempregado e creio que vou conseguir um emprego, eu preciso primeiro entrar no quarto e orar, como fez Moisés, mas depois é preciso sair e vencer lá no campo, como fez Josué. O descanso de Deus é sempre um descanso ativo. Deus disse que haveria guerra permanente contra Amaleque. Isso significa que essa é a única guerra para a qual somos chamados: a guerra do descanso. É a guerra para vencer a tentação de fazer as coisas em nossa própria força sem depender do poder de Deus.
Nós devemos, sim, lutar pelas almas dos homens, pelejar pela nossa casa, pela nossa família, pelos nossos filhos e cônjuge, mas essa luta precisa ser no descanso de quem sabe que a obra já foi completada.
Em Mateus 12.43, Jesus disse que, quando um demônio sai de uma pessoa, ele procura um lugar para descansar. Isso significa que o diabo não tem descanso e seu alvo é fazer com que vivamos em preocupação, medo e angústia em todo o tempo. Eu sei que essa é uma afirmação séria, mas eu creio que os demônios não têm descanso, e quando nós mesmos vivemos atribulados e sem descanso, estamos vivendo como um demônio. O lugar que damos ao diabo é justamente uma alma que não descansa em Deus. Mas, quando entramos no descanso, nós retiramos todo espaço do diabo em nós. O inimigo não pode entrar onde existe o descanso de Deus.

3. O trabalho no descanso (Hb 4.11,13)
A vontade de Deus é que experimentemos a bênção de Salomão. Davi, seu pai, tinha subjugado todos os inimigos, por isso Salomão pôde desfrutar de descanso de todos os lados. Ele não tinha nem inimigo e nem adversidade alguma. Esse é o descanso de Deus.

Porém a mim o SENHOR, meu Deus, me tem dado descanso de todos os lados; não há nem inimigo, nem adversidade alguma. Pelo que intento edificar uma casa ao nome do SENHOR, meu Deus, como falou o SENHOR a Davi, meu pai, dizendo: Teu filho, que porei em teu lugar no teu trono, esse edificará uma casa ao meu nome (1 Rs 5.4,5).

Por causa do descanso, ele pôde edificar casa para Deus. Eu creio que precisamos desfrutar da bênção de Salomão se desejamos edificar casa para Deus neste tempo. O Senhor Jesus é o nosso Davi que já derrotou todos os nossos inimigos. Assim, podemos desfrutar de descanso de todos os lados para podermos edificar com liberdade.
Precisamos lutar para entrar no descanso de Deus. Lute contra a ansiedade e a preocupação. Lute contra toda incredulidade que o leva a perder a paz do descanso. Viva esse maravilhoso paradoxo de se esforçar para descansar. O descanso será a sua força.
Este é o princípio do descanso: a obra de Deus já foi completada. Quando criou o homem, Deus o colocou num jardim que já estava pronto. Quando levou o povo para Canaã, Deus o levou para cidades prontas. Cristo disse que está consumado. Assim, a obra de Deus está pronta, nossa posição é de permanecer na vitória que já nos foi conquistada. Precisamos constantemente aceitar o convite do Senhor para irmos a Ele afim de acharmos descanso para a nossa alma.

Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve (Mt 11.28-30).

É triste que alguns cristãos simplesmente rotulam certas passagens bíblicas como sendo evangelísticas e nunca mais tomam aquela promessa para eles mesmos. O convite do Senhor é para nós os que cremos. Penso que todo pastor e líder precisam atender esse convite e achar descanso para sua alma antes que possa ser útil ao Senhor.

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